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PESQUISAS
 

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Universal - CHAMADA CNPQ/MCTI Nº 44/2024 - Faixa A - Grupos Emergentes
Prof Alana Oliveira, Joyce Helena e Thales de Carvalho 

A Disputa Geopolítica pelo Prestígio e pela Informação: reflexões sobre a ascensão da China e sua internacionalização midiático-cultural na América Latina (2008-2024)

Como a China utiliza sua política de prestígio e projeção midiático-cultural na AL em para fortalecer sua influência na região e avançar em sua estratégia de poder no sistema internacional? A partir dessa pergunta de pesquisa, o projeto investiga a reação chinesa via política de prestígio e da projeção cultural do país asiático na América Latina (AL), a partir de um cenário marcado por disputas geopolíticas plurais. O projeto insere-se nos debates sobre poder, cultura e política externa, contribuindo para uma compreensão abrangente das dinâmicas contemporâneas das relações internacionais.

 

O projeto é executado em parceria com o Laboratório de Estudos em Cultura, Mídia e Relações Internacionais (LEMCRI-UERJ).

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Bolsa de Pesquisa PROCIÊNCIA UERJ 

Dinâmicas de Poder e Segurança no Leste Asiático: Capacidades, Percepções e Interesses
Coordenadora: Alana Camoça

O projeto de pesquisa tem como objetivo analisar a ascensão da China e seus impactos nas dinâmicas de poder e segurança no Leste Asiático, com foco no governo Xi Jinping. Considera-se que a China transitou de uma política externa passiva (taoguang yanghui) para uma postura mais assertiva (yousuo zuowei), com reflexos diretos na modernização militar,  sobretudo naval, e nas disputas territoriais no Mar do Sul e no Mar do Leste da China.


Algumas das perguntas de pesquisa que guiam o trabalhou são:

  • Quais as principais mudanças na política externa e de segurança chinesa sob Xi Jinping?

  • Como Japão e Vietnã percebem e reagem à ascensão chinesa?

 

Projeto de Pesquisa possui bolsista de iniciação científica vinculado - PIBIC UERJ (com ênfase em política externa japonesa)

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Projeto de Pesquisa de Jovem Pesquisador do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) 

Os 30 Anos da Parceria Estratégica entre Brasil e China: uma Análise das Mudanças e das Continuidades na Política Externa Brasileira e nas Relações Sino-Brasileiras (1993-2023)
Coordenadora: Alana Camoça

Nas últimas décadas, a China vem se consolidando como um importante parceiro comercial, econômico, político e diplomático do Brasil na arena internacional. Diante da ampliação da importância e das relações entre China e Brasil, o presente projeto tem o objetivo geral de realizar um mapeamento sobre os trinta anos da parceria estratégica entre eles a partir de um olhar sobre as áreas (a) política, (b) econômica-comercial e (c) científica-tecnológica e (d) cultural. Ademais, tem dois objetivos específicos: (i) refletir também sobre a localização da China e sua importância na política externa brasileira ao longo dos últimos trinta anos analisando como mudanças sistêmicas, sobretudo na segunda década do século XXI, e de governo no Brasil influenciam(ram) o posicionamento do Brasil na arena internacional; e (ii) compreender os interesses chineses no estreitamento de laços com o Brasil, sobretudo desde 2013. 

Projeto possui também financiamento de Iniciação Científica pela FAPERJ

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Projeto de Pesquisa da UERJ 

Entre a Desindustrialização e a Reindustrialização: Impactos e Perspectivas da Relação Sino-Brasileira na Estrutura Produtiva do Brasil (2009-2025)
Coordenadora: Joyce Helena

A partir de 2009, a China assumiu o posto de principal parceiro comercial do Brasil, sendo perceptíveis diversos impactos desta relação nos mais variados campos e, em especial, no que diz respeito ao padrão de comércio e à questão da indústria nacional. Nestes âmbitos, a pesquisa tem como perguntas norteadoras: (i) Estaria em curso uma mudança qualitativa na relação da China com a indústria brasileira? (ii) A reindustrialização brasileira é, predominantemente, um processo derivado de políticas endógenas ou tem uma participação relevante da China neste fenômeno? A hipótese levantada é a de que estaria em marcha uma transição entre a tendência de desindustrialização, bastante discutida na literatura, e um movimento gradativo de reindustrialização no Brasil - com a influência da relação sino-brasileira nos dois processos. O objetivo central é rastrear dados sobre comércio e investimento produtivo, bem como as políticas industriais recentemente adotadas, para identificar se existiria no Brasil uma ampliação gradativa da participação da indústria no Produto Interno Bruto (PIB) - confrontando estes mecanismos com a relação entre China e Brasil. A partir destes aspectos, mobiliza-se uma metodologia que mescla elementos quantitativos e qualitativos, lançando mão de análise de dados, documentos oficiais, além de uma ampla revisão da literatura de referência.

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Projeto de Pesquisa da UERJ

A Ásia no sistema monetário / financeiro internacional
Coordenador: Daniel Kosinski

No último meio século, uma significativa transformação teve lugar no capitalismo global: a poderosa e crescente "inflexão" da riqueza mundial em direção à Ásia e, mais especificamente, ao Extremo Oriente. Este fato decorreu do crescimento exponencial da produção industrial, do comércio, do poderio financeiro e do desenvolvimento científico e tecnológico de países como Japão, Coreia do Sul e Taiwan; e mais recentemente, de outros como Vietnã, Indonésia e Índia. Mas decorreu também, e principalmente, das transformações estruturais ocorridas na China, cujos avanços transcendem em extensão e velocidade toda e qualquer experiência nacional anteriormente registrada.


Com efeito, essa linha de pesquisa pretende focar nos aspectos monetários e financeiros decorrentes destas mudanças. Assim sendo, consideramos que este processo histórico enseja algumas perguntas. Quais transformações na configuração da economia política internacional vêm sendo provocadas pela ascensão desses países e, em particular, da China? Mais especificamente, como esses avanços vem impactando a arquitetura e as hierarquias dos sistemas monetário e financeiro internacionais, ainda hegemonizados pelos Estados Unidos e pelo seu dólar? Que possibilidades ou perspectivas concretas de transformação nesses sistemas, como a "desdolarização", vêm sendo promovidas por esses países? Quais as suas viabilidades e resultados?


Para isso, propomos como objetos primordiais de pesquisa:
a) A Ásia, e em particular a China, como potencial alternativa ao atual sistema monetário e financeiro internacional através de iniciativas como o CIPS; os bancos de desenvolvimento (Banco de Desenvolvimento Asiático, Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura, Novo Banco de Desenvolvimento); os swaps cambiais, os mecanismos multilaterais de financiamento asiáticos e os papéis crescentes do Japão e da China como "lenders of last resort"; e
b) A Ásia, e em particular a China, como polo de inovação em tecnologias financeiras como as moedas digitais governamentais e o m-Bridge.

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